Domine o Planejamento Estratégico: 10 Ferramentas Essenciais


26.08.2024

Do canal no YouTube,  Abri Minha Empresa, 19.12.22

Você já se perguntou como pequenas empresas alcançam o sucesso? A resposta pode estar no uso inteligente de ferramentas de planejamento estratégico. Este artigo apresenta 10 dicas amplamente utilizadas que servirão como guia para aprimorar seu planejamento estratégico, proporcionando uma base sólida para decisões assertivas.


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Análise SWOT e as 5 Forças de Porter

A análise SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities, Threats) é uma ferramenta poderosa que ajuda a identificar os pontos fortes e fracos da empresa, além das oportunidades e ameaças do mercado. De maneira semelhante, as 5 Forças de Porter destacam as influências competitivas que afetam a lucratividade e o atendimento ao cliente. Ambas fornecem informações cruciais para embasar o planejamento estratégico de negócios.

Visão Geral das Ferramentas de Planejamento Estratégico

As ferramentas de planejamento estratégico, como a análise das 5 Forças de Porter, oferecem insights vitais sobre o ambiente competitivo. A Matriz BCG, por sua vez, é fundamental para analisar o desempenho do produto, permitindo decisões informadas e direcionamento de investimentos.

Pontos-Chave para o Planejamento Estratégico

Ao estabelecer metas, seja específico, mensurável, atingível, relevante e oportuno. Além disso, a definição da missão, visão e valores serve como uma bússola orientadora na condução das estratégias.

Implementando o Ciclo PDCA para Melhoria Contínua

O Ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Act) é uma poderosa metodologia para aprimorar processos e serviços de forma contínua. Juntamente, o Business Model Canvas fornece uma visão visual do modelo de negócios, abordando 9 tópicos essenciais para o planejamento estratégico.

Implementando a Matriz Ansoff e OKR para o Crescimento Estratégico

A Matriz de Ansoff é essencial para analisar estratégias de mercado, desenvolvimento de produtos, expansão de mercado e diversificação. Enquanto isso, a metodologia OKR (Objectives and Key Results) auxilia na definição e mensuração dos objetivos e resultados principais da empresa.

Principais Componentes do Planejamento Estratégico

Os objetivos e resultados-chave (OKR) são peças fundamentais que delineiam as metas a serem alcançadas e a maneira de medir o sucesso. Além disso, o plano de ação é vital para listar e organizar as ações necessárias para alcançar os objetivos de modo eficaz.

Conclusão

Em resumo, aprimorar o planejamento estratégico é essencial para o sucesso empresarial. Ao dominar estas 10 ferramentas, você estará capacitado para criar uma base sólida que embasará decisões assertivas, impulsionando o crescimento do seu negócio.

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O Safari da Estratégia de Henry Mintzberg

16.08.2024



Henry Mintzberg pode ser considerado um dos “founding fathers” da disciplina de estratégia, ao lado de nomes como Bill Bain, Bruce Henderson e Michael Porter. E há pouco mais de 10 anos, escreveu uma espécie de compêndio para falar sobre a disciplina de maneira mais ampla e até retrospectiva, considerando todo seu histórico de décadas na área. A obra se chama Strategy Safari: a guided tour through the wilds of strategic management (Safári de Estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico, em português), juntamente com Bruce Ahlstrand e Joseph Lampel.

A obra destaca fundamentos, premissas e práticas de 10 escolas de administração estratégica, onde cada uma delas é avaliada quanto à sua contribuição para o segmento em relação às suas limitações. Uma leitura clássica sobre estratégia empresarial, que permite uma visão geral sobre os pontos de vista pelos quais a estratégia é considerada.


Mas, não é só isso. As linhas escritas também dão a possibilidade a empresários, gestores, negócios, administradores e estrategistas de refletir e adotar estratégias que mais vão ao encontro com o mercado e a estrutura do seu próprio negócio.

 Diante disso, o livro se estabelece como uma espécie de guia que fornece críticas às escolas de planejamento estratégico, destacando as principais ferramentas utilizadas nesse universo e as discussões sobre sua eficácia.

Um olhar geral

A obra dialoga sobre como a estratégia se tornou um comportamento de longo prazo, onde planejamos o futuro com base na construção do passado. Nesse meio tempo, surge uma questão importante: “As estratégias realizadas sempre foram intencionais?”. E a verdade é que, na prática, nem sempre é assim. Por isso, ele classifica três tipos de estratégia: deliberada (executadas); emergente (padrão executado não foi pretendido anteriormente); e não realizada. 

Claro que a melhor prática é a estratégia intencionalmente pensada e executada e é a partir daí começamos a analisar pontos específicos desse processo:

Concepção

Para que uma estratégia comece a ver a luz do dia, é importante nortear-se com base em pelo menos 4 critérios: consistência, que se refere à solidez dos objetivos; consonância, que significa a capacidade de reagir ao ambiente; vantagem, que define o diferencial competitivo; e viabilidade, que acontece se a estratégia for financeiramente sustentável.

Dimensões fundamentais

O modelo básico de planejamento estratégico explica como construir cenários para auxiliar na tomada de decisão, identificando as principais “forças motrizes”, que são:

Dinâmica social: questões relacionadas a hábitos de consumo, estilo de vida e valores;

Questões econômicas: tendências macroeconômicas que podem influenciar seu negócio;

Questões políticas: assuntos eleitorais e legislativos;

Questões de tecnologia: novas tecnologias que podem impactar seus negócios.

Segundo os autores, levar em consideração esses aspectos significa basear um planejamento no longo prazo e, assim, diminuir as chances de estratégias imediatas de impulso que podem acabar sendo voos de galinha. E, claro, sempre ficar atento às mudanças nessas dimensões, já que [especialmente hoje] tudo é muito dinâmico e precisa ser adaptado rapidamente.

Mentalidade, processo emergente e negociação

Os estrategistas formulam suas estratégias com base em suas experiências. Depois, a estratégia precisa assumir um processo de aprendizagem de longo prazo, cujo líder deve coordenar. No entanto, mesmo que o processo se desenvolva dentro da organização, ainda está sujeito a ser restrito se colocar mais ênfase no hoje do que no amanhã. No fundo, estratégia é sobre uma visão de futuro.

Até por isso, uma boa estratégia, incisiva e relevante, vai encontrar dificuldades políticas pelo caminho em qualquer organização. Porque ela necessariamente vai chacoalhar as estruturas e propor mudanças na maneira como as coisas são feitas – o que sempre gera um natural desconforto. 

A força que altera a configuração estável das empresas. As mudanças de cima para baixo começam com a reestruturação da empresa, esmagando burocracias desnecessárias, capacitando funcionários e refinando para sustentar a vantagem competitiva. De outro ângulo, mutações de baixo para cima sugerem que pequenas mudanças na organização levam ao processo de transformação, de forma que elas partem dos funcionários, descentralizando a figura central do líder.

Em tese, uma estratégia é baseada em crenças coletivas, que impactam a forma como os recursos são utilizados para gerar vantagem competitiva. Por isso, a cultura passa a ser a grande influenciadora das decisões organizacionais. Para superar esses conflitos, é preciso se enquadrar em um ambiente de aceitação, flexível e inovador.

A besta inteira

“Quão complexa deve ser uma boa estratégia?”

“Até que ponto uma boa estratégia deve ser integrada?”

“Quão boa deve ser uma boa estratégia?

“Até que ponto uma boa estratégia deve ser centralizada?”

Essas questões fazem revisar todo o “animal” da estratégia, levando em conta tudo o que foi falado e abordado anteriormente.

Aqui, para contextualizar as metáforas da besta ou do animal, os autores usam a analogia dos cegos tentando descrever um elefante: a história em que aquele que está sentindo sua cauda pensou que era como uma corda, aquele que sentiu sua perna pensou que era como uma árvore, aquele que sentiu sua presa pensou que era como uma lança, etc.). Moral da história, não dá para descrever algo muito grande, porque cada um consegue se apropriar apenas de um pedaço dele. Por isso, segue-se com a análise das diferentes abordagens
 para o planejamento estratégico.

AS 10 ESCOLAS DE PLANEJAMENTO ANALISADAS

A obra possui na essência uma descrição detalhada de 10 escolas de planejamento. Elas são definidas aqui em duas grandes categorias. As prescritivas, que identificam direções de ação por parte da empresa a partir de uma avaliação da situação atual e do ambiente em que opera. E as descritivas – razões históricas pelas quais uma empresa está onde está em determinado momento.

Escola de Design: formação da estratégia como processo de concepção, combinando a situação interna da organização com a externa do ambiente, projetando a estratégia da organização para representar o melhor ajuste possível.

Escola de Planejamento: a formação da estratégia é vista como um processo formal, que segue um conjunto rigoroso de etapas desde a análise da situação até o desenvolvimento e exploração de cenários.

Escola de Posicionamento: processo analítico que coloca o negócio dentro do contexto da indústria em que está inserido e como a organização melhora seu posicionamento competitivo neste âmbito.

Escola Empreendedora: formação da estratégia como processo visionário, ocorrendo na mente do fundador ou líder de uma organização.

Escola Cognitiva: baseada na ciência do funcionamento do cérebro, considera a estratégia como um processo mental e analisa como as pessoas percebem padrões e processam informações.

Escola de Aprendizagem: formação da estratégia como processo emergente, onde a administração de uma organização presta atenção ao que funciona e ao que não funciona, estabelecendo lições em seu plano de ação.

Escola de Poder: processo de negociação entre os detentores de poder dentro da empresa e/ou entre o negócio e as partes interessadas externas.

Escola Cultural: processo coletivo envolvendo grupos e departamentos da empresa; a estratégia desenvolvida é um reflexo da cultura corporativa.

Escola Ambiental: processo reativo; uma resposta aos desafios impostos pelo ambiente externo.

Escola de Configuração: processo de transformação da organização de um tipo de estrutura de tomada de decisão para outro.

Assim como nenhuma das descrições do elefante dos cegos é completamente adequada, nenhuma dessas escolas é completa por si só. Cada uma oferece conceitos úteis e pontos fortes, mas também tem suas desvantagens. É porque aqui o objetivo não é identificar qual aspecto da gestão estratégica é a melhor representação do todo, mas entender como todos contribuem para a totalidade da disciplina. Isso expande a perspectiva do estrategista sobre a riqueza da gestão estratégica e permite considerar as abordagens que podem ser aplicadas.

5PS DA ESTRATÉGIA E POR QUE O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO É BENÉFICO A EMPRESAS

Um dos destaques da obra de Mintzberg é sua sistematização da disciplina nos seus famosos 5 Ps. Na prática, são cinco maneiras distintas de pensar sobre as características essenciais do planejamento estratégico, elencados como:

P1: estratégia como um plano, um guia para um curso de ação, um caminho de um estado atual para um estado final futuro desejado.

P2: estratégia como um padrão; uma consistência de comportamento ao longo do tempo.

P3: estratégia como posição para a localização de produtos específicos em mercados específicos.

P4: estratégia como perspectiva, representando-a como uma filosofia particular do negócio em termos de interação com o cliente ou a forma em que bens/serviços por meio de uma manobra específica, destinada a enganar concorrentes ou oponentes.

P5: estratégia como uma manobra [ploy], buscando sempre surpreender a concorrência com movimentos inesperados que mudam a forma como o jogo é jogado.

NEM TUDO SÃO FLORES

Uma das coisas mais interessantes da obra de Mintzberg é que ela não ilude o leitor de que tudo são flores no mundo da estratégia. É possível analisar, do início ao fim do livro, os motivos pelos quais o planejamento estratégico é considerado fundamental para qualquer empresa, mas sem deixar de apontar os contrapontos possíveis. Estratégia é ótimo, mas há pontos de atenção que não podem ser desconsiderados.

Define a direção. Mas, mesmo que seja benéfica, é perigoso quando os problemas que um plano pode impor a uma organização, dificultando a avaliação de novas possibilidades.

Concentra esforços, mas há risco de que os gerentes fiquem presos a uma forma particular de pensamento, perdendo novas oportunidades.

Estabelecer definições claras do que a empresa é ou não é, mas há um perigo de ignorar a riqueza da diversidade inerente à qualquer organização, podendo incorrer em estereótipos simplistas.

Cria consistência, mas gera dificuldade de reação rápida e adaptação à novas realidades.

Para que se aproveite muito mais os prós do que os contras de criar uma cultura estratégica, é importante adotar boas práticas como ter um senso crítico enorme em relação às próprias decisões. É fundamental analisar sempre os pontos negativos de uma estratégia e não só ficar inebriado pelos positivos, ficando cego nas próprias crenças. Assim como não deixar que a estratégia se concentre só na liderança, mas permeie toda a organização, deixando a cultura corporativa pode moldar as estratégias de uma empresa. E, claro, sempre estar mais que consciente das incertezas. Estratégia está longe de ser ciência exata. Está muito mais para mitigação de riscos.

Mas, no fim do dia, o fato é que planejar estratégias é o ponto de partida para todas as ações que uma marca deve realizar para conquistar um futuro próspero, já que é o caminho mais eficiente para lidar com o bem mais precioso das organizações que são seus recursos [tempo, dinheiro, tecnologias, pessoas etc.]. Estando consciente das dificuldades e idiossincrasias, é certamente a melhor aposta que se pode fazer.

É pensando nisso que a Sandbox oferece o curso Pensamento Estratégico, com uma missão bem clara: aumentar sua capacidade de pensar estrategicamente, explicando os 4 papéis-chave de um estrategista: entender problemas, tomar decisões baseadas em evidências, ter insights criativos e saber contar histórias.

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Fonte:https://sandbox.ee/2021-12-01-explorando-a-selva-de-planejamento-estrategico/

Ministério da Saúde vai instituir comitê de emergência para "mpox"

 15.08.2024

Do portal da AGÊNCIA BRASIL, 14.08.24

Por  Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil - Brasília

Ministra Nísia Trindade diz que não há motivo de alarme, mas de alerta 

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, disse nesta quarta-feira (14) que a pasta vai criar um Comitê de Operação de Emergência para adotar medidas de enfrentamento à disseminação da mpox, que vem preocupando autoridades internacionais. Mais cedo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o cenário de mpox na África constitui emergência em saúde pública de importância internacional em razão do risco de disseminação global e de uma potencial nova pandemia. Este é o mais alto nível de alerta da entidade. Apesar disso, segundo a ministra, o momento é de alerta, mas não de alarme.

"Nós vamos instituir um Comitê de Operação de Emergência, envolvendo Ministério da Saúde, Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária], conselhos de secretários municipais e estaduais de saúde. Já estávamos acompanhando, tivemos reunião de especialistas, há duas semanas, desde que começaram os casos, e essa possibilidade [de disseminação da doença], e vamos analisar as questões como vacina. Não há motivo de alarme, mas de alerta", afirmo a jornalistas, no Palácio do Planalto, após participar de um evento de anúncio de investimentos na indústria da saúde.

Entre as medidas que devem ser adotadas, segundo a ministra, estão a aquisição de testes de diagnóstico, alerta para viajantes e atualização do plano de contingências. Sobre vacinas, por enquanto, não há previsão de imunização em massa. No ano passado, a imunização contra a doença foi realizada em um momento de emergência em saúde pública de importância internacional, com o uso das doses liberadas pela Anvisa de forma provisória. Essas doses também foram usadas, segundo a ministra, para pesquisas científicas.

A avaliação da pasta é que a nova onda da doença apresenta risco baixo neste momento para o Brasil. Dados do ministério apontam que, em 2024, foram notificados 709 casos de mpox no Brasil e 16 óbitos, sendo o mais recente em abril do ano passado. Já em âmbito global, este ano, os casos já superam o total registrado em 2023 e somam mais de 14 mil, além de 524 mortes.

Em maio de 2023, quase uma semana após alterar o status da covid-19, a OMS declarou que a mpox também não configurava mais emergência em saúde pública de importância internacional. Em julho de 2022, a entidade havia decretado status de emergência em razão do surto da doença em diversos países.

Doença

A mpox é uma doença zoonótica viral. A transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com animais silvestres infectados, pessoas infectadas pelo vírus e materiais contaminados. Os sintomas, em geral, incluem erupções cutâneas ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dores no corpo, dor de cabeça, calafrio e fraqueza.

As lesões podem ser planas ou levemente elevadas, preenchidas com líquido claro ou amarelado, podendo formar crostas que secam e caem. O número de lesões pode variar de algumas a milhares. As erupções tendem a se concentrar no rosto, na palma das mãos e na planta dos pés, mas podem ocorrer em qualquer parte do corpo, inclusive na boca, nos olhos, nos órgãos genitais e no ânus.

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Fonte:https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2024-08/ministerio-da-saude-vai-instituir-comite-de-emergencia-para-mpox-0

Desmistificando a Docência no Ensino Superior

01.08.2024

Você já parou para pensar sobre o papel do educador no ensino superior e como ele influencia na formação de indivíduos? Neste blog post, vamos explorar os principais aspectos da docência, desde sua origem até as práticas contemporâneas.

O Papel do Educador: Mais que um Detentor de Conhecimento

Ser professor vai muito além do talento natural. Requer dedicação, estudo e um compromisso contínuo com a capacitação. Hoje, o docente é visto como um mediador do conhecimento, auxiliando os alunos na busca e interpretação das informações disponíveis.

Didática: Da Reprodução à Produção de Conhecimento

A didática é a ciência que estuda o processo do ensino-aprendizagem, utilizando preceitos científicos para tornar a atividade educativa mais eficiente. Atualmente, o foco é na produção de conhecimento, transformando o papel do educador em um facilitador do aprendizado.

A Importância da Atualização e Reciclagem

Para oferecer um ensino eficaz, é essencial que os professores se mantenham atualizados e se reciclem constantemente. Acompanhar as práticas inovadoras do mercado de trabalho é fundamental para preparar os alunos para os desafios do futuro.

Do Século XVII aos Dias Atuais: A Evolução da Didática

Conhecer os pensadores pioneiros, como João Amos Comênio, é essencial para compreender a evolução do ensino. Suas ideias revolucionárias, como a universalização do ensino e a abordagem sensorial, impactaram profundamente a educação e ainda são relevantes nos dias de hoje.

Conclusão

Abraçar os erros, promover o pensamento crítico e buscar aprimoramento constante são fundamentais para uma docência eficaz no ensino superior. Ao compreender a história e os desafios atuais da docência, os educadores podem se preparar melhor para atender às necessidades dos alunos e da sociedade.

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Desvendando a Importância do Planejamento Estratégico

23.07.2024
Postado por Irineu Messias


Introdução

Imagine uma empresa sem direção clara, sem metas definidas. O planejamento estratégico surge como a bússola que guia organizações para o sucesso.

A Base do Sucesso Organizacional

Peter Block, renomado por suas contribuições à administração, enfatiza a essência da disseminação do planejamento estratégico. Ele ressalta que é o alicerce para uma cultura organizacional sólida, determinando metas e direcionamentos claros.


Engajamento e Direcionamento

Ao envolver todos os membros da organização no planejamento estratégico, cria-se um ambiente propício para a inovação e colaboração. O envolvimento promove responsabilidade e "empowerment" em direção ao sucesso compartilhado.

Erro Comum: Restringir o Acesso

Antigamente, muitas empresas limitavam o acesso ao planejamento estratégico a um pequeno grupo, resultando em visões estreitas e desconexão. A disseminação ampla do plano estratégico é importante para alinhar toda a equipe.

Importância do Alinhamento e Transparência

Alinhar o planejamento estratégico com as operações diárias é vital para o sucesso contínuo. Compartilhar abertamente as estratégias aumentam a transparência, engajamento e compreensão em todos os níveis da organização.

Conclusão

Ao entender e aplicar de forma ampla o planejamento estratégico, as empresas podem alcançar um novo patamar de eficiência e inovação. O segredo está na disseminação, engajamento e alinhamento constante com as ações do dia a dia.


Ambidestria Organizacional: o que é, como funciona e exemplos

 18.07.2024

Do BLOG AEVO

Por Lillian Donato Lillian Donato/Gestão da Inovação

Ambidestria Organizacional: o que é, como funciona e exemplos

Ambidestria organizacional é um conceito que, quando aplicado, busca balancear o portfólio de inovação de uma empresa, equiparando os esforços em inovações de sustentação, focadas em sustentar o valor do negócio no presente, e inovações de crescimento, que constroem o futuro da organização.

Ambidestria organizacional é um conceito que, quando aplicado, busca balancear o portfólio de inovação de uma empresa, equiparando os esforços em inovações de sustentação, focadas em sustentar o valor do negócio no presente, e inovações de crescimento, que constroem o futuro da companhia.

Existem muitas empresas que se preocupam quase que unicamente com as estratégias que geram resultado para o momento atual da organização, esquecendo-se de estruturar e planejar muito bem o futuro.

Na gestão da inovação, é preciso saber como aumentar a eficiência de seu negócio. Por isso, é fundamental compreender como administrar suas diferentes fontes de valor.

Nesse cenário, surge a ambidestria organizacional como uma forma de manter um equilíbrio dessas atividades. Assim, objetivos de curto e longo prazo integram-se a uma inovação que convive com os demais investimentos da organização.

Saiba mais sobre o conceito de ambidestria organizacional, como aplicar à sua estratégia de inovação e confira exemplos práticos em torno deste conceito. Continue a leitura.

O que é ambidestria organizacional?

Ambidestria organizacional é o equilíbrio entre os esforços e os investimentos em inovações de sustentação (exploitation) e inovações de crescimento (exploration) do negócio. Ou seja, é como a empresa explora a sua capacidade de inovação e eficiência, trabalhando inovações para o curto e longo prazo.

Para as empresas que já inovam, ou que querem começar a investir na estratégia, existe a dúvida de como equilibrar o portfólio de inovação para que nenhuma ponta fique solta, de maneira que tenhamos os resultados esperados em seu devido período.

O equilíbrio entre essas estratégias, principalmente no que se refere às inovações de sustentação e de crescimento, ao longo do tempo, é chamado de ambidestria organizacional.

Pilares de inovação

Em fevereiro de 1991, James G. March, professor da Faculdade de Stanford, nos Estados Unidos, lança seu estudo Exploration and Exploitation in Organizational Learning – em uma tradução livre, Exploração e Explotação no Ensino Organizacional.

Nele, March propõe que há um risco quando se coloca o foco apenas em um tipo de atividade. Nesse caso:

Inovação de sustentação (exploitation)

Inovação de sustentação (exploitation) é uma estratégia de inovação que tem como finalidade sustentar o valor do negócio no presente, mantendo a empresa competitiva e relevante no mercado, com impacto direto em seu Core Business.

Nesse modelo, nós concentramos em inovação incremental, ou seja, envolvemos todos os colaboradores da organização para aproveitar a aproximação dessas pessoas com o processo ou o produto da sua organização, com foco em uma melhoria contínua.

As ideias e sugestões dos colaboradores geram resultados incríveis, fortalecendo o negócio atual e mantendo-o em constante evolução.

Para exemplificar a inovação de sustentação, temos a Netflix.

Quando o streaming produz um conteúdo original está alimentando seu negócio atual, ampliando a sua autoridade e se tornando cada vez mais independente de conteúdos de terceiros (multiplicando suas margens de lucro).

Ou a Apple, que mantém como carro chefe o iPhone, e ano após ano, lança um novo modelo de celular, com funcionalidades novas, atribuindo mais valor à marca e ao aparelho, além de manter-se atualizada em um setor que tem alta exigência de evolução.

Inovação de crescimento (exploration)

Já as inovações de crescimento são iniciativas que buscam prever as variáveis que, hoje, a organização não pode controlar, buscando novos caminhos onde o produto atual pode trilhar, se adaptar ou conquistar um mercado completamente diferente.

O termo em inglês para essas iniciativas de crescimento é exploration e, como o próprio termo já deixa claro, nós visamos explorar novas alternativas.

Utilizando os mesmos exemplos anteriores, não podemos nos esquecer que, no passado, a Netflix estava em um mercado completamente diferente: o de e-commerce a varejo de DVD’s de produções terceirizadas.

No período de dez anos, a empresa mudou de varejo de DVD’s para produtora de conteúdo e, principalmente, serviço de streaming (essa transição é conhecida como inovação de crescimento).

Ou seja, provavelmente, há 10 anos, o streaming era apenas uma opção no horizonte e, hoje, é o carro-chefe da empresa.

Dessa forma, o que faz com que uma organização tenha sucesso na inovação é sua capacidade de inovar e, ainda assim, ser eficiente.

o vimos, a inovação é um ato de risco e lidar com o risco em todas as esferas da empresa nem sempre pode se resumir a uma inovação radical, é preciso cuidar da base.

A ambidestria organizacional define, justamente, essa capacidade e a necessidade de seu equilíbrio.

No entanto, como lidar com atividades de naturezas distintas dentro da mesma organização?

Sua empresa pode arriscar, ao mesmo tempo, em que realiza investimentos seguros naquilo que já conhece?

Em que ponto as grandes marcas enfrentam a ambidestria organizacional, na prática? A seguir, descubra mais sobre esses pontos.

No cenário atual, alcançar a melhor ambidestria organizacional possível significa o entendimento de como direcionar os esforços de sua empresa.

São diferentes lógicas que, quando colocadas lado a lado, exigem diferentes recursos e requisitos para que gerem o resultado esperado.

Os processos de gestão de inovação também são alinhados pelo equilíbrio buscado na ambidestria organizacional da empresa.

Isso significa que a inovação radical das atividades de exploração pedem por um longo prazo. Em contrapartida, a inovação incremental em ações de explotação é mais bem adequada a ações pontuais, de curto a médio prazo.

Um exemplo da ambidestria organizacional entre as maiores empresas da atualidade pode ser visto na Amazon.

Seu principal serviço de suprimento, compra e venda de produtos em sua loja virtual, permanece sendo a parte incremental: o que era um e-commerce apenas de e-books, hoje vende produtos de todos os nichos.

Ao mesmo tempo, em que a Amazon investe em melhorias na estrutura base, existem esforços na exploração de novos empreendimentos.

O experimento do Amazon Go é um caso de exploração, de inovação radical e disruptiva. O Amazon Go nada mais é do que uma loja física presente somente nos Estados Unidos, sem caixas e processo de checkout.

O cliente entra na loja por meio de uma catraca, liberando sua passagem com o aplicativo da Amazon Go no celular.

Depois disso, ele pode pegar das prateleiras os produtos que deseja e depois simplesmente ir embora. Os produtos escolhidos são adicionados automaticamente no carrinho de compras virtual e cobrados quando você sai da loja direto na sua conta

Como isso é possível? Por meio de visão de computadores, aprendizado profundo de algoritmos e sensor de fusão. São ações como essa que garantem a imagem da Amazon como empresa pioneira e inovadora.

O equilíbrio entre serviços e negócios, que pedem por diferentes tipos de inovação, é a base da ambidestria organizacional.

Nesse processo, o ambiente também é um grande fator de influência na forma de se trabalhar com inovação.

Um mercado mais dinâmico e aberto a novas possibilidades recebe melhor a exploração e a inovação radical.

Já um ambiente competitivo, no qual todas as empresas disputam em uma paridade de recursos, ações de explotação, ou incrementais, têm vantagem.

É importante ter em mente de que ações ambidestras não se refletem somente no dinamismo ou na competitividade do ambiente externo.

Internamente, a ambidestria organizacional é diretamente influenciada pelos mecanismos de integração da empresa. Isso significa que, para alcançar a ambidestria organizacional, é necessário primeiramente dominar processos de planejamento e implementação da empresa.

Leia a íntegra do desse artigo clicando aqui

Para saber mais: 

Ambidestria Organizacional: Como equilibrar Sustentação e Disrupção?

Ambidestria organizacional: como funciona, desafios e exemplos

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Fonte:https://blog.aevo.com.br/diferenca-inovacao-incremental-e-radical/?utm_source=landing-page&utm_medium=content&utm_campaign=material-manual-programa-ideias

O que é visão estratégica e 4 dicas para desenvolvê-la

 17.07.2024

Do BLOG PORTAL PÓS,16.11.22

Por    

Nenhuma empresa, projeto ou solução consegue prosperar sem um bom planejamento. Independente do setor ou do tipo de negócio, não dá para viver um dia de cada vez sem pensar no futuro. Para fazer projeções alinhadas com os objetivos da organização é preciso saber o que é visão estratégica. 

O conceito engloba todo tipo de planejamento que a empresa precisa fazer para alcançar seus objetivos. Isso significa analisar as possibilidades e pensar nos rumos que quer dar para uma companhia. 

Por que a visão estratégica é importante?

Um estudo desenvolvido pelo Sebrae aponta que os principais motivos para o fechamento de uma empresa estão relacionados à falta de planejamento. Mais de 55%, por exemplo, não realizaram um plano de negócios. 

Ter uma visão estratégica, portanto, é essencial para a sobrevivência do negócio. É também dessa forma que uma empresa consegue se aperfeiçoar, conquistar novos clientes e crescer no mercado. Para ter mais competitividade, é necessário mapear os concorrentes e fazer um plano de ação, e esse processo pode ser desafiador. 

Primeiro, é preciso entender que o processo deve ser alinhado pelas áreas da empresa. Os líderes precisam trabalhar juntos para desenvolver essa visão de futuro e criar soluções que permitam alcançá-las. 

Essa visão será o guia para a atuação de todos os colaboradores, e garantirá sustentabilidade para o negócio. Sem isso para orientar as equipes, fica mais difícil compreender porque realizar certas atividades e qual o papel de cada um. 

Ou seja, desenvolver estratégias é o que permitirá alinhar as equipes e funções, e garantir que todos caminhem pelo mesmo objetivo. 

Como desenvolver uma visão estratégica? 

Ainda segundo o levantamento do Sebrae, as empresas que trabalham em constante aperfeiçoamento de produtos e serviços, atualização em relação às tecnologias do setor, inovação em processos e procedimentos e investimento em capacitação tendem a sobreviver mais no mercado. 

Para os profissionais que buscam novas oportunidades na carreira, desenvolver uma visão estratégica é essencial para se destacar. Os recrutadores buscam pessoas que consigam compreender os objetivos da empresa, e desenvolvam soluções criativas e inovadores para cumprí-los. 

Embora algumas pessoas tenham essa habilidade mais desenvolvida, ela pode ser aprendida e aperfeiçoada, e qualquer pessoa com interesse em crescer na carreira pode aprender. Por isso, indicamos quatro dicas para quem busca uma visão estratégica do negócio:

1 – Entenda a missão, visão e valores da empresa

Essas diretrizes servem como guia fundamental de uma empresa, e indicam onde ela quer chegar e as ações que devem ser tomadas nessa trajetória. A missão mostra o propósito de uma organização, sua razão para existir, e é a base fundamental para um bom planejamento. 

A visão detalha onde ela quer chegar. O que a empresa pretende conquistar em cinco, 10, 20 anos. Uma nova sede, o dobro de colaboradores, conquistar um novo nicho de mercado? É a partir disso que será estabelecido o caminho percorrido até a realização desse desejo. 

Os valores são os princípios de uma organização, e é com base neles que todas as ações serão desenvolvidas. Por exemplo, uma companhia que preza pela sustentabilidade vai ter como um de seus valores a busca por soluções que diminuam o impacto socioambiental em todos os seus processos. 

2 – Saiba onde quer chegar

Uma visão bem desenvolvida deixará claro o que a empresa busca, e servirá como base para o planejamento estratégico. Entender onde quer chegar é a primeira etapa para desenvolver esse plano. A partir daí, são analisadas as ações necessárias para tornar essa visão realidade. É importante se fazer algumas perguntas que irão guiar esse caminho, como:

  • Onde estou hoje?
  • Onde quero chegar?
  • O que eu preciso fazer para alcançar esse objetivo?
  • Quais as dificuldades encontradas?
  • Como resolver e/ou buscar meios alternativos?

Responder essas questões deixará mais clara a jornada.

3 – Defina prioridades

Estratégia é, por definição, o conjunto de ações desenvolvidas para alcançar um resultado específico, e esse deve ser o foco a todo momento. Um bom estrategista tem que saber antecipar cenários e pensar no futuro. 

Haverá momentos em que mais de uma oportunidade surgirá, e é preciso definir quais são as prioridades que, de forma mais eficiente, ajudarão a concretizar os planos. Além disso, ao longo do caminho, planos podem mudar, novas ideias podem surgir e as prioridades se transformarem. É preciso analisar essas questões para tomar decisões assertivas. 

4 – Nunca pare de estudar e pesquisar

Como já deixamos claro, para ter uma boa visão estratégica, é preciso estar um passo à frente, analisando possibilidades e tomando boas decisões. Isso só será possível com conhecimento e aprimoramento constante. 

Estude o mercado e os concorrentes para entender se as decisões tomadas internamente estão alinhadas com o setor. Fale com especialistas e consultores que possam oferecer uma nova perspectiva sobre o planejamento e os objetivos. 

E continue buscando especializações, seja por meio de cursos livres, seja de pós-graduações. Os estudos permitirão o contato direto com especialistas e conteúdos que oferecerão as ferramentas necessárias para ir em busca da concretização dos objetivos do negócio. 

Entender o que é visão estratégica é crucial para que um negócio prospere. Só assim será possível pensar numa companhia que cresce e se desenvolve, atingindo o sucesso. 

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Fonte:https://blog.portalpos.com.br/o-que-e-visao-estrategica/

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