15.01.2026
Publicado por Irineu Messias
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15.01.2026
Publicado por Irineu Messias
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A
proteção social é uma preocupação que remonta a culturas antigas como Grécia e
Roma. Atualmente, essa preocupação se materializa na Seguridade Social,
um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da
sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência
e à assistência social.
O
Sistema de Previdência Social Brasileiro está estruturado em três pilares
principais: o Regime Geral de Previdência Social (RGPS), o Regime Próprio de
Previdência Social (RPPS) e o Regime de Previdência Complementar (RPC).
Enquanto o RGPS (operacionalizado pelo INSS) destina-se aos trabalhadores do
setor privado e empregados públicos celetistas, e o RPPS (obrigatório)
destina-se aos servidores públicos estatutários e militares, o Regime de
Previdência Complementar (RPC) assume um papel de destaque como opção para
a construção do bem-estar futuro.
Características
e Evolução do Regime de Previdência Complementar (RPC)
O
RPC possui características fundamentais que o diferenciam dos regimes básicos:
é organizado de forma autônoma, tem caráter complementar ao RGPS,
e sua adesão é facultativa. Por ser autônomo, a concessão de benefícios
pelo RPC independe do recebimento de benefícios dos outros regimes.
Historicamente,
o primeiro registro da Previdência Complementar no Brasil data de 1835, com a
criação do Montepio Geral de Economia dos Servidores do Estado (Mongeral).
Contudo, o marco regulatório inicial moderno foi a Lei n.º 6.435, de 1977.
Posteriormente, em atendimento ao Art. 202 da Constituição Federal, as Leis
Complementares n.º 108/01 e n.º 109/01 trouxeram uma nova dinâmica para o
segmento.
Financiamento
e Estrutura
O
RPC adota o regime financeiro de capitalização, caracterizado pela
formação de reservas constituídas pelas contribuições recebidas e pela
rentabilidade dos recursos investidos. O objetivo das Entidades Fechadas de
Previdência Complementar (EFPC) é alcançar a rentabilidade necessária para o
pagamento dos benefícios, priorizando a segurança em vez de buscar
investimentos de maior risco.
O
RPC é operado por dois tipos de entidades:
1.
Entidades Abertas de Previdência Complementar (EAPC): Possuem fins
lucrativos e são comercializadas por bancos e seguradoras.
2.
Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC): Foco principal no
segmento, as EFPC (também conhecidas como Fundos de Pensão) são entidades sem
fins lucrativos. Elas administram planos criados por empresas
(patrocinadoras) para seus empregados ou entidades de classe (instituidores)
para seus associados.
A
estrutura mínima de uma EFPC conta com um Conselho Deliberativo, uma Diretoria
Executiva e um Conselho Fiscal. Essa governança, somada ao acompanhamento da
Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC), proporciona
segurança e transparência aos participantes.
Modalidades
de Planos e Investimentos
Os
planos de benefícios previdenciários oferecidos pelas EFPC classificam-se em
três modalidades, baseadas nas características dos benefícios programados:
•
Benefício Definido (BD): Garante o recebimento dos benefícios
programados em valor previamente estabelecido, podendo as contribuições variar
ao longo dos anos para assegurar sua manutenção.
•
Contribuição Definida (CD): O valor dos benefícios programados é baseado
no saldo de conta acumulado (contribuições do participante, patrocinadora e
rentabilidade), sendo pago enquanto houver saldo. As contribuições são
definidas livremente.
•
Contribuição Variável (CV): Combina as modalidades BD (na fase de
percepção) e CD (na fase de acumulação).
Para
garantir o equilíbrio e a solvência dos planos, as EFPC definem anualmente uma
Política de Investimento, observando diretrizes estabelecidas na Resolução CMN
n.º 4.661/2018. Essas regras prudenciais buscam minimizar riscos, evitando
especulações e proporcionando mais tranquilidade aos participantes.
Vantagens
do RPC para os Agentes Sociais
O
Regime de Previdência Complementar oferece vantagens significativas para todos
os agentes envolvidos:
1.
Para os Participantes:
A principal vantagem é a formação de poupança previdenciária que proporciona
uma renda adicional na aposentadoria, ajudando na manutenção da
qualidade de vida. Outras vantagens incluem:
•
Proteção Familiar: Cobertura para casos de invalidez e falecimento.
•
Baixos Custos: EFPC, por não terem fins lucrativos, cobram taxas de
administração apenas para sua manutenção e funcionamento.
•
Incentivos Fiscais: As contribuições do participante podem ser deduzidas
até o limite de 12% dos rendimentos tributáveis no ajuste anual do
Imposto de Renda (IR). A tributação (Regime Progressivo ou Regressivo) ocorre
apenas no recebimento do benefício ou resgate.
2.
Para os Patrocinadores e Instituidores: Para as empresas, oferecer planos de benefícios atua como
um instrumento de Política de Recursos Humanos, motivando empregados,
atraindo e retendo talentos. Isso fortalece a marca e a responsabilidade
social. As contribuições realizadas pela empresa podem ser deduzidas como
despesas operacionais até o limite de 20% da folha de salários, sem se vincular ao contrato de trabalho.
Para
os instituidores (entidades de classe), a oferta de planos fortalece o vínculo
associativo e a representatividade junto aos associados, defendendo seus
interesses de maior proteção na aposentadoria.
3.
Para a Sociedade: O RPC
contribui para o desenvolvimento da cultura previdenciária e a ampliação da
proteção social. Além disso, a poupança estável de longo prazo gerida pelas
EFPC é utilizada para o desenvolvimento do País, com investimentos em
infraestrutura, novas empresas e geração de empregos, substituindo a
necessidade de endividamento externo.
Em resumo, o Regime de Previdência Complementar, especialmente no âmbito das EFPC, constitui uma ferramenta bem organizada e regulamentada que oferece ao trabalhador a oportunidade de planejar e construir um futuro financeiro mais tranquilo.
Conheça o Viva Pecúlio da Viva Previdência (antiga Geap Previdência):
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Seminário de Previdência leva debates, palestras e oficinas a servidores públicos
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06.10.2025
Postado por Irineu Messias
O CURRÍCULO DELE FOI DESCARTADO POR “EXCESSO DE EXPERIÊNCIA”.
Ao invés de se render, ele abriu uma nova porta.
O mercado insiste travando a batalha errada. Procura juventude ou modismos… mas está perdendo a guerra mais importante: a da inteligência estratégica.
Aos 50, 55 ou 60+, muitos são taxados de “sênior demais”. Mas essa etiqueta esconde algo que pouca gente percebe: uma arma secreta, que não aparece no LinkedIn, nem em diplomas brilhando na parede. Essa arma chama-se Inteligência da Resiliência Profissional (IRP).
A IRP é o que transforma cicatrizes em força. É a capacidade de, diante da pressão, enxergar o que está invisível para os inexperientes. Não se aprende em curso rápido, nem em MBA. Aprende-se em crises enfrentadas, projetos fracassados que viraram vitórias, negociações que pareciam perdidas, mas foram resgatadas com habilidade e calma.
E aqui está o erro fatal das empresas:
- ao descartarem profissionais experientes, deixam de acessar bilhões em soluções, inovação prática e sabedoria aplicada.
Mas não é apenas um problema das empresas.
É também um chamado para os profissionais maduros: ativar e usar sua IRP com clareza, método e confiança.
COMO TRANSFORMAR SUA IDADE EM VANTAGEM COMPETITIVA
- Mapeie suas Cicatrizes Estratégicas
Não descreva só cargos e funções. Relate crises que superou, erros caros que evitou, transformações que conduziu. Sempre com impacto mensurável: tempo economizado, dinheiro preservado, equipe fortalecida.
- Domine a Mentoria Reversa Ativa
Ofereça-se para ensinar lições de negócio enquanto aprende ferramentas digitais com os mais jovens. Isso quebra barreiras, gera respeito mútuo e mostra que intergeracionalidade é motor de inovação.
- Crie um Portfólio de Soluções
Não espere uma vaga. Identifique problemas comuns no seu setor e prepare soluções estruturadas com base na sua vivência. Apresente-se como solucionador, não como mais um candidato.
- Seja um Consultor Interno.
Mostre valor dentro da empresa antes de pedir reconhecimento. Traga soluções para gargalos reais. A confiança vem do resultado entregue.
- Construa Pontes Genuínas
Converse com jovens, participe de eventos, compartilhe ideias sem imposição. A intergeracionalidade é uma via de mão dupla — quem escuta, cresce.
Para as empresas:
Olhem para quem já entregou tudo isso sob fogo cruzado. Parem de filtrar por idade. Comecem a filtrar por IRP.
Para os profissionais:
a sua idade não é obstáculo, é ativo estratégico. Só precisa ser apresentado do jeito certo.
DESAFIO: Qual é a sua Cicatriz Estratégica mais valiosa?
Compartilhe juntando com uma lição que só o tempo e a experiência puderam ensinar - a sua
Juntos, vamos mostrar que a arma contra o etarismo, a (IRP).
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Fonte: https://www.linkedin.com/feed/?highlightedUpdateType=CONTENT_YOU_MAYBE_INTERESTED_IN&highlightedUpdateUrn=urn%3Ali%3Aactivity%3A7378904618354937856
11.09.2025
Postado por Irineu Messias
A
gestão de pessoas e a cultura organizacional exercem uma influência
significativa na eficácia dos sistemas de saúde, conforme detalhado nas fontes,
principalmente através da otimização do capital humano e da criação de um
ambiente de trabalho coeso e produtivo.
Influência
da Gestão de Pessoas:
•
Alcance de Objetivos e Qualidade do Serviço A administração, que engloba
a gestão de pessoas, tem como tarefa básica "conseguir fazer as coisas por
meio das pessoas e dos recursos disponíveis de maneira eficiente e
eficaz". A qualidade da administração de Recursos Humanos (ARH) "influencia
diretamente a capacidade da organização e de seus empregados em atingir seus
objetivos".
•
Recurso Estratégico e Dinamizador A gestão de pessoas é a forma como uma
organização se estrutura para "gerenciar e orientar o comportamento humano
no ambiente de trabalho". Ela deve ir além de ações planejadas,
considerando as pessoas como "recursos estratégicos, capazes de dinamizar
as organizações e garantir a sustentabilidade de sua competitividade".
•
Funções Essenciais As atividades de gestão de pessoas incluem
"recrutamento, treinamento, remuneração e desenvolvimento". Os
recursos humanos são fundamentais para "planejar e produzir os produtos e
serviços, controlam a qualidade, vendem os produtos, alocam recursos
financeiros e estabelecem as estratégias e objetivos para a organização".
•
Capacitação para Tecnologia e Sistemas de Informação No contexto da
saúde, a eficácia dos sistemas de informação depende de "pessoas
habilitadas que operarão e administrarão toda essa tecnologia". A
"capacitação desses recursos é de extrema importância para a operação e
gerenciamento eficientes dos sistemas de TI nas organizações". Isso é
crucial, visto que os sistemas de informação são um apoio essencial para a
gestão em saúde, visando a qualidade da assistência e o gerenciamento do
trabalho.
•
Desenvolvimento Profissional e Sustentabilidade do SUS Os sistemas de
informação, quando qualificam os profissionais de saúde para executar tarefas
com qualidade, podem "transformar e sustentar o Sistema Único de Saúde,
dando retornos positivos espetaculares em curto prazo". O conhecimento dos
trabalhadores de saúde é o "instrumento mais poderoso" para a
prestação da assistência.
•
Planejamento e Políticas de Gestão Existem instrumentos como o Sistema
de Informação e Gestão de Recursos Humanos (SIG-RHS), que é uma ferramenta para
"coleta, armazenagem e análise de informações de gestão do trabalho para
planejamento e acompanhamento, formulação de políticas de gestão a ser
utilizado em serviços e sistemas locais de saúde".
Influência
da Cultura Organizacional:
•
Impacto no Comportamento Humano e Integração A cultura organizacional,
ou "grupos de trabalho com cultura própria", exerce "influências
acentuadas sobre os estados mentais e emocionais dos indivíduos que as
compõem". Essa cultura pode ser "um ambiente integrador e enriquecedor"
ou, ao contrário, pode "desagregar-se e manipular as pessoas".
•
Promoção da Integração É fundamental que a "cultura organizacional
da empresa deve se direcionar para uma troca de cultura de maneira que haja
integração dos colaboradores entre si, como também entre empresa e
colaborador". Não avaliar a situação emocional das pessoas nas
organizações é considerada uma falha grave.
Em
resumo, a gestão de pessoas é vital para a eficácia dos sistemas de
saúde ao garantir que os profissionais sejam capacitados, desenvolvidos e
estrategicamente utilizados, permitindo que as organizações atinjam seus
objetivos de forma eficiente e eficaz. A cultura organizacional, por sua
vez, influencia a eficácia ao criar um ambiente de trabalho que integra os
colaboradores, considera seu bem-estar emocional e promove a coesão, essencial
para o funcionamento harmonioso e produtivo das equipes de saúde.
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17.07.2025
Postado por Irineu Messias
Índice
1.
Introdução
O
presente artigo tem por objetivo investigar os atributos de conteúdo e forma
que, segundo a perspectiva de Trasímaco, contribuiriam para a eficácia de um proêmio.
O tema surge em um contexto acadêmico de análise crítica dos diálogos
platônicos, onde o debate sobre a justiça – matéria central na obra República
– contrasta com a função de introdução (ou proêmio) dos temas discutidos. No
entanto, a partir das fontes analisadas, constata-se que os textos enfatizam
principalmente os argumentos de Trasímaco acerca da justiça, sem oferecer uma
exposição detalhada relativa à estrutura ou às características do proêmio
eficaz.
Neste
trabalho, serão abordadas as contribuições dos autores clássicos e das análises
contemporâneas, com especial referência aos textos extraídos da República
de Platão, bem como à discussão sobre os métodos retóricos e de argumentação
dos sofistas, dos quais Trasímaco é um exemplo marcante. A metodologia combinou
a análise textual de trechos relevantes com uma comparação dos elementos
retóricos presentes nos debates filosóficos, buscando identificar, mesmo que de
forma indireta, quais aspectos do proêmio poderiam ser considerados eficazes na
retórica feita por Trasímaco.
2.
Contextualização Histórica e Conceitual
A
República de Platão é palco de intensos debates sobre a natureza da
justiça. Nesse cenário, Trasímaco aparece como um personagem que desafia as
concepções tradicionais, afirmando que “a justiça é nada mais do que a vantagem
do mais forte”. Sua posição contrasta com a visão idealizada e normativa
defendida por Sócrates, contribuindo para uma polarização de opiniões que, por
certo, se estende à forma como o discurso é introduzido e estruturado.
Em
alguns estudos, o proêmio é entendido como a introdução que contextualiza o
debate e delimita o que está por vir. Por exemplo, na análise do proêmio da República,
observa-se que ele não se limita a ser uma mera abertura, mas assume funções
múltiplas: ele serve de prelúdio à discussão dos temas da polis (politéia), da
justiça (dikaiosýne) e da dialética. Tais interpretações, contudo, são
atribuídas a outros interlocutores (como Sócrates e Glaucon) e não ao próprio
Trasímaco.
No
contexto retórico, uma introdução eficaz deve conquistar a atenção do público
e, ao mesmo tempo, preparar o terreno para a argumentação que se seguirá.
Embora os textos fornecidos explorem com profundidade os debates sobre justiça,
eles não revelam explicitamente se Trasímaco dedicou-se a delinear os atributos
formais ou de conteúdo de um proêmio que considerasse ideal para persuadir seu
público.
3.
Análise dos Conteúdos Existentes e sua Relação com o Prôemio
A
partir da análise dos trechos fornecidos nas fontes, constata-se que:
Assim,
embora os textos reúnam uma rica discussão dos argumentos sofísticos e da
retórica em Platão, a contribuição específica de Trasímaco no que diz respeito
aos elementos formais e de conteúdo de um próemio permanece não abordada de
forma detalhada.
4.
A Perspectiva de Trasímaco na Discussão de Justiça e Retórica
Trasímaco
é frequentemente lembrado por sua postura combativa e pelo uso de argumentos
que buscam evidenciar a arbitrariedade e a relatividade dos valores morais
tradicionais. Sua defesa de que “a justiça é a vantagem dos mais fortes” não
parte de uma análise estruturada da forma, mas sim de um questionamento radical
dos pressupostos éticos e políticos. Essa estratégia retórica tem a finalidade
de:
Apesar
dessas inferências, observa-se que os registros dos textos disponíveis não
especificam quais seriam, em termos de forma e conteúdo, as características de
um próemio eficaz defendido por Trasímaco. Sua ênfase recai mais sobre a
eficácia em contestar e desestabilizar o pensamento convencional do que sobre a
arte de iniciar um discurso com cuidadosa elaboração formal.
5.
Considerações sobre a Ausência de Elementos Explícitos no Discurso de Trasímaco
A
análise dos materiais evidencia que:
Dessa
forma, a ausência de uma definição clara e sistematizada nos materiais
disponíveis inviabiliza a formação de uma resposta categórica sobre as
características de um próemio eficaz segundo Trasímaco. O que se pode afirmar é
que, para ele, a eficácia discursiva reside na capacidade de desafiar as noções
estabelecidas e de provocar uma revisão imediata dos conceitos tradicionais.
6.
Visualizações e Representações Gráficas
Tabela:
Comparativo entre Elementos Retóricos Tradicionais e a Perspectiva de Trasímaco
Explicação: Esta tabela compara os elementos
retóricos que costumam definir um proêmio eficaz de forma tradicional com
aspectos que podem ser associados à estratégia retórica de Trasímaco,
ressaltando a ausência de uma formulação explícita de sua parte quanto ao tema.
Diagrama
de Fluxo: Relação entre Debate de Justiça e Estrutura Retórica
Diagrama:
Descrição: O diagrama acima ilustra o fluxo
argumentativo típico no debate platônico, destacando onde ocorre a intervenção
retórica de Trasímaco. Nota-se que, embora o proêmio tradicional sirva de
introdução para apresentar conceitos, a intervenção de Trasímaco redireciona o
foco ao enfatizar o poder e a vantagem do mais forte, sem explicitar os
elementos formais de um proêmio eficaz.
7.
Conclusão
Em
síntese, a análise dos materiais disponíveis permite afirmar que:
Principais
Conclusões:
Em
conclusão, embora o debate platônico e os estudos sobre a função do proêmio
ofereçam insights valiosos sobre a introdução de temas complexos, os materiais
disponíveis não estabelecem de forma clara e direta as características de um proêmio
eficaz segundo Trasímaco. Essa ausência indica que seus interesses retóricos
estavam direcionados à revisão crítica dos conceitos de justiça e ao
estabelecimento de um novo paradigma de poder, deixando em aberto a
sistematização formal de uma introdução discursiva.
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15.01.2026 Publicado por Irineu Messias O setor de saúde suplementar no Brasil atravessa um período de reconfiguração sem precedentes, onde...